FACULDADE GUERRA VAI À PAPUDA PARA LEVAR EDUCAÇÃO, ESPERANÇA E OPORTUNIDADES REAIS DE RESSOCIALIZAÇÃO

Em um gesto que transcende os limites tradicionais da sala de aula e reafirma o compromisso social da educação como instrumento de transformação humana, a Faculdade Guerra realizou, ao longo das últimas semanas, uma ação institucional no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A diretora executiva e mantenedora da instituição, professora  Kellen Guerra, e a diretora-geral,  professora Géssyca Pamplona; estiveram no local para conversar diretamente com familiares de detentos sobre os cursos profissionalizantes oferecidos pela instituição aos reeducandos do sistema prisional do Distrito Federal.

A iniciativa integra o convênio oficial mantido entre a Faculdade Guerra e a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal, permitindo que pessoas privadas de liberdade tenham acesso a programas de qualificação profissional capazes de contribuir para sua reinserção social e também para a remição proporcional de penas, conforme previsto na legislação brasileira.

“Mais do que divulgar cursos, a presença da instituição na Papuda simbolizou uma escolha pedagógica e humana: a de “ir aonde o reeducando está”, levando informação, acolhimento e perspectivas concretas de reconstrução de vida”, afirma a diretora geral, professora Géssyca Pamplona.

Educação como instrumento de reconstrução humana

A ação promovida pela Faculdade Guerra reforça uma compreensão cada vez mais consolidada entre estudiosos da educação, do direito e das políticas públicas: a de que a ressocialização verdadeira não se constrói apenas pelo encarceramento, mas sobretudo pela criação de oportunidades reais de transformação.

Ao conversar diretamente com familiares dos detentos, as gestoras da instituição buscaram aproximar os programas educacionais daqueles que mais necessitam deles, rompendo barreiras simbólicas e sociais que historicamente afastam populações vulneráveis do acesso ao conhecimento.

Em vez de esperar que a demanda chegue até a instituição, a Faculdade Guerra optou por um movimento inverso: deslocou-se fisicamente até o ambiente prisional para demonstrar, na prática, que a educação deve ser ativa, acessível e comprometida com a dignidade humana.

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante do cenário brasileiro, marcado por elevados índices de reincidência criminal associados, em muitos casos, à ausência de oportunidades educacionais e profissionais. Nesse contexto, programas de qualificação passam a representar muito mais do que capacitação técnica: tornam-se instrumentos concretos de reconstrução de trajetórias interrompidas.

O papel social da Faculdade Guerra

Ao longo dos últimos anos, a Faculdade Guerra tem consolidado uma atuação que ultrapassa a formação acadêmica convencional. A instituição vem se posicionando como agente de transformação social, especialmente em regiões e contextos historicamente marcados por desigualdades.

O convênio com a SEAPE-DF representa justamente essa visão institucional de que o ensino superior e a educação profissional não podem permanecer restritos aos espaços tradicionais de aprendizagem. Devem, ao contrário, alcançar também aqueles que foram colocados à margem da sociedade.

Por meio dos cursos oferecidos aos reeducandos do sistema prisional do Distrito Federal, a instituição contribui para a construção de novos horizontes pessoais e profissionais, criando condições para que os internos desenvolvam habilidades, retomem a autoestima e ampliem suas perspectivas de reinserção social após o cumprimento das penas.

Além disso, a possibilidade de remição proporcional da pena pelo estudo funciona como importante mecanismo de estímulo à educação continuada dentro do sistema prisional, fortalecendo políticas públicas que compreendem o conhecimento como ferramenta de pacificação social.

“Ir a campo” como filosofia institucional

A presença das diretoras da Faculdade Guerra na Papuda também revelou uma característica que vem marcando a atuação recente da instituição: a disposição de atuar “em campo”, aproximando-se diretamente das realidades humanas e sociais que pretende transformar.

Não se trata apenas de oferecer cursos. “Trata-se de estabelecer pontes. De ouvir famílias. De reconhecer vulnerabilidades. De demonstrar que a educação pode chegar a lugares onde, muitas vezes, predominam apenas o abandono, o silêncio e a invisibilidade social”, observou a diretora executiva, professora Kellen Guerra.

Ao levar informação e oportunidades diretamente às famílias dos detentos, a Faculdade Guerra reafirma uma concepção profundamente humanista da educação: a de que ninguém deve ser reduzido permanentemente ao erro cometido e de que toda sociedade democrática precisa acreditar na possibilidade do recomeço.

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CONRADO VITALI

Assessoria de Imprensa

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