Após o sucesso da primeira experiência, acadêmicos do 7º semestre de Direito solicitaram uma nova rodada da atividade prática, realizada no último sábado (19), dentro da disciplina Estágio Supervisionado II
O que começou como uma atividade prática de formação jurídica acabou ganhando um segundo capítulo por iniciativa dos próprios estudantes. Depois da repercussão positiva da primeira Audiência Trabalhista Simulada, realizada em 22 de agosto, acadêmicos do 7º semestre do curso de Direito da Faculdade Guerra pediram uma nova oportunidade para repetir a experiência. O pedido foi atendido e, na manhã do último sábado, 19 de setembro, a instituição sediou uma nova rodada da atividade, novamente sob a coordenação da professora Luciana Diniz.


A proposta integra a disciplina Estágio Supervisionado II e coloca os estudantes diante de uma situação que reproduz, em ambiente acadêmico, a dinâmica de uma audiência trabalhista. Mais do que acompanhar uma exposição teórica, os alunos participam ativamente da atividade, exercitando conhecimentos jurídicos e desenvolvendo habilidades fundamentais para a futura atuação profissional.
A iniciativa permite trabalhar, na prática, aspectos como argumentação, comunicação, postura profissional, interpretação das situações apresentadas e aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo da graduação. É justamente essa aproximação entre teoria e prática que transforma a sala de aula em um espaço de experimentação dos desafios que os futuros bacharéis encontrarão no exercício do Direito.
O fato de os próprios estudantes terem solicitado uma segunda edição da atividade foi um dos aspectos que mais chamaram a atenção nesta nova rodada. Para a Faculdade Guerra, o movimento demonstra o interesse dos acadêmicos por experiências pedagógicas que ultrapassem os limites da exposição tradicional e os coloquem diante de situações concretas da profissão.
“Quando o aluno pede para repetir uma atividade prática, isso demonstra que ele percebeu valor naquela experiência. A audiência simulada proporciona justamente esse contato com uma realidade que, muitas vezes, o estudante conhece apenas pela teoria. Ele precisa se posicionar, argumentar, ouvir, analisar e reagir diante de uma situação concreta. É uma oportunidade importante para desenvolver não apenas conhecimento jurídico, mas também segurança e postura profissional”, afirma a professora Luciana Diniz.
Mais autonomia e posição de juiz
Na segunda rodada, para conceder ainda mais autonomia aos estudanres, a professora Luciana Diniz, que na atividade do dia 22 agosto ocupou a posição de “juíza”; desta vez foram os próprios estudantes que o fizeram, “subindo a régua” de envolvimento e experiência.
A segunda edição da Audiência Trabalhista Simulada reforça, portanto, uma proposta de formação que tem como um de seus pilares a integração entre conhecimento acadêmico e prática profissional. Ao vivenciar situações que fazem parte do cotidiano jurídico, os estudantes têm a oportunidade de testar conhecimentos, identificar dificuldades e aprimorar competências ainda durante a graduação.
A experiência também evidencia o protagonismo dos acadêmicos no próprio processo de aprendizagem. Ao pedir uma nova rodada da atividade, os estudantes demonstraram que a prática despertou interesse e que desejavam aprofundar a experiência.
Para a Faculdade Guerra, iniciativas como essa contribuem para uma formação jurídica mais dinâmica e conectada à realidade profissional, em que aprender Direito significa também experimentar, argumentar, participar e colocar o conhecimento em movimento.





