O fascínio, os mistérios e a ciência por trás do trabalho da perícia criminal . Com a palavra, o Presidente da ABPC – Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística, Marcelo Nunes. CLIQUE E ASSISTA.
Balas, corpos, vestígios, cadáveres que falam…A vida de um perito criminal é muito mais emocionante do que sugerem séries de TV e de streaming sobre o assunto, como a icônica “CSI: Crime Scene Investigation”, produção norte-americana dos anos 2000 que reunia uma equipe de cientistas forenses da polícia de Las Vegas, liderada por Gil Grisson (William Petersen) na solução de crimes complexos a partir da análise minuciosa de cenas de crime, evidências e no uso da tecnologia para encontrar a verdade. Misturando ciência, drama pessoal e casos intrigantes, “CSI” influenciou a popularização da ciência forense e gerou vários spin-offs: CSI Miami, CSI Nova York, CSI Cyber.
Quem conta é o perito criminal da Polícia Civil do Distrito Federal Marcelo Nunes. Presidente da ABPC, a Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística, Nunes é entrevistado do TV GUERRA desta semana. Apaixonado pela profissão e defensor ardoroso da autonomia dos peritos criminais em todo o Brasil, Marcelo Nunes mostra, durante a conversa com o podcast da Faculdade Guerra, que o exercício da perícia criminal consegue ser mais fascinante ainda do que a dramatização encontrada nas telas do cinema e nos seriados do streaming. “Os cadáveres falam e as evidências centíficas desvendam”, afirma Nunes. Apresentação de Conrado Vitali, com imagens e edição de Marcelo Stok. ASSISTA ABAIXO:






