Temporada de visitas técnicas reforça o compromisso da Faculdade Guerra com as vivências para a construção do conhecimento significativo
Nos próximos sessenta dias, entre outubro e novembro, estudantes de Direito e Segurança Pública da Faculdade Guerra, guiados por docentes de diferentes disciplinas, participarão de visitas técnicas a múltiplos destinos ligados de forma, direta ou indireta, ao exercício da profissão para a qual estão se formando. Tribunais, instalações prisionais, sedes de poderes e outras repartições serão destinos recorrentes de acadêmicos em experiências de campo. É a temporada de visitas técnicas da Faculdade Guerra, que reúne atividades fundamentais ao aprendizado superior a partir de vivências voltadas para a construção do conhecimento significativo. Nas palavras da professora Géssyca Pamplona, diretora administrativa e membro do corpo docente da instituição, “o estudante tem de ir aonde o conhecimento está”. Para ela, a prática bem direcionada é uma extensão inafastável da teoria de sala de aula durante todo o percurso dos estudos superiores. “Não há como dissociar o alto conhecimento obtido na teoria das vivências de campo. Elas são, sobretudo, fundamentais para consolidação do aprendizado e formam um rico conjunto de saberes”, avalia a professora.
Para saber mais: como funcionam as visitas técnicas?
As visitas técnicas no ensino superior seguem uma estrutura organizada que visa maximizar a aprendizagem. O processo inicia-se no planejamento institucional, quando docentes e gestores definem o local a ser visitado e os objetivos pedagógicos. Em seguida, ocorre a preparação prévia dos estudantes, com a contextualização teórica e a apresentação de normas de conduta.
No momento da visita, há a recepção formal pela instituição parceira, seguida de explicações sobre rotinas e processos, permitindo aos alunos uma vivência prática e observacional em ambiente real de trabalho. Essa etapa é enriquecida pela possibilidade de interação com profissionais, o que amplia a compreensão sobre os desafios e demandas da área.
Posteriormente, os estudantes realizam o registro e sistematização da experiência por meio de relatórios, diários de campo ou reflexões. O processo se encerra com o debriefing acadêmico, em que a prática observada é discutida criticamente à luz da teoria, e com a avaliação final da atividade, consolidando a visita técnica como instrumento pedagógico essencial para a formação profissional.






