Quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”
Toda instituição de ensino que se propõe a atravessar o tempo precisa, antes de tudo, saber projetar o futuro. Não como exercício de futurologia ingênua, mas como gesto consciente de responsabilidade histórica. É sob essa perspectiva que a Faculdade Guerra ingressa em 2026: um ano marcado por grandes expectativas — e, sobretudo, por expectativas lúcidas, fundamentadas e institucionalmente maduras.
Após um ciclo de crescimento sólido em 2025, a Faculdade Guerra encontra-se diante de um momento decisivo de sua trajetória acadêmica: a aguardada autorização do curso de Psicologia. A visita da comissão avaliadora do MEC, que esteve na instituição, analisou sua estrutura física, pedagógica e administrativa, representou mais do que um rito burocrático. Foi, em sentido profundo, um reconhecimento do nível de organização, planejamento e compromisso educacional alcançado pela instituição. Agora, aguarda-se a última etapa do processo: a publicação do ato autorizativo no Diário Oficial da União.

Ernst Bloch: “pensar significa ultrapassar”
A expectativa que se forma em torno desse momento não é vazia. Como ensinava o filósofo alemão Ernst Bloch, em O Princípio Esperança, “pensar significa ultrapassar”. A expectativa, quando sustentada por projeto, transforma-se em força histórica. Ela deixa de ser mera espera passiva para se tornar motor de ação, planejamento e expansão. É exatamente esse o lugar que a Faculdade Guerra ocupa neste limiar entre o que já foi construído e o que está prestes a emergir.
A autorização do curso de Psicologia representa uma inflexão estratégica e simbólica. Ao ampliar sua oferta para além do Direito — seu curso carro-chefe, responsável por consolidar sua identidade acadêmica — a Faculdade Guerra afirma uma compreensão mais ampla do papel da educação superior: formar sujeitos capazes de interpretar, intervir e cuidar das múltiplas dimensões da vida social. Psicologia e Direito, juntos, constroem um diálogo essencial entre norma, subjetividade, justiça e cuidado humano.

Arendt: “educar é sentir se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele”
Hannah Arendt, filósofa germânica, lembrava que “educar é decidir se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele”. Ao investir na expansão de sua oferta acadêmica, a Faculdade Guerra reafirma esse compromisso com o mundo concreto que a circunda, especialmente com as regiões de Taguatinga e Ceilândia, onde sua presença institucional é mais intensa e socialmente relevante. Trata-se de compreender que o acesso ao ensino superior de qualidade é também uma política de transformação social.

Ricoeur: “o futuro é aquilo que nos cabe construir”
Nesse sentido, a expectativa que marca 2026 não se limita à abertura de um novo curso. Ela expressa uma visão de futuro mais abrangente, na qual a educação é compreendida como processo integral. Como observava o pensador francês Paul Ricoeur, “o futuro não é apenas aquilo que nos acontece, mas aquilo que nos cabe construir”. A Faculdade Guerra escolhe, assim, construir um futuro no qual diferentes áreas do saber dialogam para responder às demandas complexas da sociedade contemporânea.
A Psicologia, enquanto campo científico e humanístico, chega para somar à missão institucional de formar profissionais tecnicamente competentes e eticamente comprometidos. Em tempos de profundas transformações sociais, crises emocionais coletivas e desafios à saúde mental, ampliar a oferta de formação nessa área é também um gesto de sensibilidade social e responsabilidade acadêmica.

Nietzsche: “quem tem um PORQUÊ, enfrenta qualquer COMO”
O ano de 2026, portanto, não se anuncia apenas como continuidade administrativa, mas como maturação institucional. A Faculdade Guerra demonstra que suas expectativas não são improvisadas, mas derivam de planejamento, investimento e compreensão clara de seu papel regional. Como diria o filósofo alemão Nietzsche, “quem tem um porquê enfrenta qualquer como”. E o “porquê” da Faculdade Guerra permanece inequívoco: educar para transformar, ampliar horizontes e consolidar um projeto acadêmico à altura dos desafios do presente e do futuro.






